Comunicamos, com profundo pesar, o falecimento ocorrido no dia 19/4 (domingo), do Escrivão de Polícia de classe especial e advogado militante no fórum local, Dr. GILSON CAMARGO.
Dr. Gilson depois de aposentado no cargo passou a advogar, tendo patrocinado causas desta IPA-SP e de associados, sempre com zelo e dedicação. Ele era nosso associado desde 2018.
Era aluno assíduo do curso de Inglês mantido por esta entidade, tendo frequentado as aulas até dias antes de sua morte.
Seu corpo foi velado no cemitério da quarta parada e cremado no crematório de Vila Alpina.
Deixa saudades entre colegas, amigos e familiares. A IPA-SP se fez presente na pessoa do seu presidente, do diretor executivo e do associado João Batista do Nascimento Neto.
Chegou-nos ao conhecimento na data de hoje, 7/4, a notícia do falecimento do Papiloscopista Policial, ROBÉRIO COLARES ALENCAR, que foi presidente da Associação dos Papiloscopistas por vários anos seguidos. Natural de Manaus – AM, faleceu aos 89 anos, lúcido e atuante nas artes plásticas.
Colares, como era conhecido (também como Alencar), se destacava por ser um exímio artista plástico, autor de várias obras, algumas delas marcantes, como a que circulou quando do centenário do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt, aqui reproduzida. Poucas são as repartições da Polícia Civil e das associações e sindicatos (as mais tradicionais), que não ostentam em suas paredes um trabalho do Colares. Por exemplo, durante muito tempo uma parede inteira da Associação dos Funcionários da Polícia Civil, ostentou um painel de Tiradentes confeccionado por ele, em cortiça, a pedido do então presidente Rubens Antônio Alfaro Soto, de saudosa memória. Também, até a pouco tempo, a galeria dos ex-presidentes da Associação dos Escrivães de Polícia, era composta por quadros pintados à mão pelo consagrado artista.
No início do ano de 1988, por intercessão do então presidente da ADPESP, Dr. Cyro Vidal Soares da Silva, o subscritor desta, juntamente com o Colares e o Francisco Leite, então presidente da Associação dos Motoristas Policiais (hoje Agentes), foram até Brasília postular junto aos saudosos deputados por São Paulo André Franco Montoro e Mário Covas, a institucionalização da Polícia Civil, ou seja, colocar as polícias civis na Carta Magna, no que foram muito bem sucedidos.
São registros do legado deixado por esse modesto policial civil, Robério Colares Alencar, que se notabilizou pela modéstia e pela inteligência marcantes. Registramos nossa imorredoura saudade. Guardaremos, de lembrança, suas obras. Descanse em paz nobre artista plástico da Polícia Civil.
Este texto é compartilhado pelo presidente Rodomil Francisco de Oliveira, também contemporâneo do pranteado.
Comunicamos aos Srs. Associados, familiares e amigos, que no dia 12/2, o nosso Diretor de Recepção e Assuntos Internacionais, Remo Paradisi, nos informou do falecimento do Agente de Telecomunicações Policial, LINCOLN LUIZ VICTÓRIO (foto anexa), com quem ele havia trabalhado por algum tempo.
Segundo Remo, Lincoln era um excelente policial, muito conhecido, amigo de todos e que gostava de atender às pessoas, qualquer que fosse a situação. Não à toa, era comum vê-lo na entrada do Palácio da Polícia, sempre solícito, conversando com alguém, policial ou não, prestando algum tipo de esclarecimento. Ele trabalhava no DIPOL, por isso estava sempre bem informado das questões gerais e das de interesse dos próprios policiais.
Lincoln faleceu no dia 11/2. Deixa saudades a todos com quem tinha qualquer tipo de relacionamento.
Com profundo pesar, comunicamos o falecimento nesta quarta-feira, 18/2, na cidade de São Paulo – SP, do Escrivão de Polícia aposentado, RONALDO LOPES DOS SANTOS, aos 75 anos. Seu corpo será velado no Cemitério Jardim da Colina e será sepultado ainda hoje, às 16 horas.
Ronaldo “Pantera” foi um destacado Escrivão de Polícia e Jornalista, tendo prestado bons serviços em diversas unidades da Polícia Civil, em especial na Delegacia Geral de Polícia, na condição de Assessor de Imprensa do Sr. Delegado Geral.
Seus colegas da “Velha Guarda”, da qual Ronaldo era um destacado participante, certamente lamentam a sua partida e lhe estendem o último adeus, com votos de pesar aos familiares e amigos.
A IPA-SP se fará presente no sepultamento, na pessoa de seu presidente e do diretor executivo.
Com tristeza, comunicamos o falecimento no dia de ontem, 22/1, na cidade de Campinas – SP, onde morava, do Investigador de Polícia CARLOS ALBERTO MARCHI DE QUEIROZ FILHO, aos 42 anos.
“Carlinhos”, como era conhecido entre familiares, colegas e amigos, era filho do nosso antigo associado, Dr. Carlos Alberto Marchi de Queiroz, Delegado de Polícia de classe especial aposentado.
A cerimônia fúnebre ocorrerá às 14:30 hs. de hoje, 23/1, no cemitério Flamboyant, em Campinas.
Nossas sentidas condolências a toda a família, em particular, ao amigo Dr. Carlos Alberto, à Da. Dina e à Isabele.
Cumprimos o dever de comunicar o falecimento, nesta quarta-feira, 7/1, em São Paulo – SP, onde residia, do Delegado de Polícia de classe especial aposentado, Dr. ITAGIBA ANTÔNIO VIEIRA FRANCO. Seu corpo será velado no Cemitério de Vila Alpina e será cremado amanhã, 8/1, entre 13 e 17 horas.
O pranteado Dr. Itagiba, era natural de Águas de Lindóia – SP e faleceu aos 81 anos de idade. Foi Escrivão de Polícia por longos anos, tendo feito parte da diretoria da AEPESP em mais de uma gestão, quando se destacou pela sua invulgar capacidade de trabalho. Discreto e conciliador, foi assim a vida inteira, sem alterar sua maneira cortês de ser, mesmo tendo mudado de carreira. Como Delegado de Polícia, foi brilhante, tendo ascendido à classe especial em curto espaço de tempo. Foi divisionário de homicídios, área em que se especializou, inspirado na trajetória do Dr. Marco Antônio Desgualdo, de quem era amigo e seguidor.
Dr. Itagiba foi um dos mais antigos associados desta entidade, tendo se filiado em 1°/3/1984. Era um grande amigo de quem guardarei imensa saudade. Que Deus o tenha e console sua família.
Cumprimos o dever de comunicar o falecimento neste sábado, 6/12, na cidade de Mogi das Cruzes – SP, onde residia, do Escrivão de Polícia de classe especial DORGIVAL RIBEIRO RIOS.
O pranteado colega Dorgival, faleceu aos 80 anos de idade, depois de ficar debilitado em razão da doença que o levou à morte. Bacharel em Direito há mais de 30 anos, nunca quis prestar concurso para outro cargo. Ele queria mesmo era ser Escrivão de Polícia, função que dignificou durante mais de 40 anos. Dois de seus filhos são policiais (Agentes de Telecomunicações). Dorgival era associado desta IPA-SP desde 5/5/1998 e foi um dos fundadores do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes e Região – SIPOCIMC. Deixa viúva a Sra. Neusa Rios, Oficial Administrativa (SSP) aposentada.
Acompanharam-no durante a doença e foram ao velório e sepultamento, os colegas e amigos Jarim Lopes Roseira e Benedito Mendes Martins, Escrivães de Polícia aposentados. Waldir, presidente do SIPOCIMC, mandou uma bonita coroa de flores. Saudades.
Comunicamos com o mais profundo pesar, o falecimento na data de hoje, 4/12, na cidade de Guararema-SP, do Escrivão de Polícia de classe especial NELSON RUFINO GOMES, nos deixa aos 83 anos de idade, exerceu sua carreira com destacada dedicação e amor à Polícia Civil, sendo querido e respeitado na cidade. Deixa viúva a professora Neuza Gomes e órfão o filho Eduardo, pessoa de quem ele sempre se orgulhou.
Nós das associações de classe da Polícia Civil (AEPESP, SEPESP e IPA-SP), apresentamos nossas sentidas condolências.
Interpretando o sentimento de todos os associados, amigos e policiais em geral, esta Regional da IPA em São Paulo vem a público expressar o seu mais sentido pesar pelas mortes dos policiais civis RODRIGO VELLOSO CABRAL, MARCUS VINICIUS CARDOSO DE CARVALHO e dos policiais militares CLEITON SERAFIM GONÇALVES e HEBER CARVALHO DA FONSECA, ocorridas durante operação policial no Rio de Janeiro, em 28/10/2025.
Esses bravos colegas imolaram suas vidas na defesa da lei e da ordem, marcando com luto e dor seus familiares, companheiros de corporação e amigos. Suas mortes, contudo, deixam patente que honraram o compromisso que juraram de defender a sociedade a qualquer preço.
Portanto, de São Paulo, nossas sinceras condolências.
São Paulo, 29 de outubro de 2025
A Diretoria
"Qualquer que seja o lugar do planeta, qualquer que seja a natureza da sociedade, a vida das pessoas é mais garantida e mais esperançosa porque há policiais fiéis à sua profissão."