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CARTA AO JORNAL “ESTADÃO” REITERADA E NÃO PUBLICADA

Comunicado n° 9/2022

(Carta enviada ao jornal “Estadão” e que apensar de reiterada, não foi publicada)

Srs. Associados, bom dia:

Encaminhamos, no dia 10/1, carta ao jornal O Estado de S. Paulo em que nos reportamos a matéria de interesse dos policiais, contendo impropriedade informativa no texto.

A despeito de ter sido reiterada na data de ontem (11/1), a carta não foi publicada quer no caderno impresso ou mesmo de forma online.

É pesaroso contatar que os veículos da chamada “grande imprensa” só têm espaço para as questões político-partidárias, quase sempre de forma tendenciosa.

Depois de mais de 30 anos como assinante, deixei a Folha de S. Paulo; agora passados apenas 3 anos, pedirei, hoje mesmo, o cancelamento da minha assinatura do jornal O Estado de S. Paulo.

Abaixo, o texto da carta não publicada.

São Paulo, 12 de janeiro de 2022

Jarim Lopes Roseira

Presidente da IPA-SP e Diretor de Aposentados e Pensionistas da FEIPOL-SE

Sr. Editor do Fórum dos Leitores, bom dia,

Por tratar de matéria de relevante interesse público, solicito a gentileza de publicar a carta que abaixo segue:

Equivocou-se a jornalista autora da matéria “Reajuste à PF prometido por Bolsonaro põe pressão sobre governadores”, publicada no caderno Política, de 10/1/2022, quando a mesma afirma que os policiais não podem fazer greve por força de lei. O direito de greve dos policiais civis está amparado pelos artigos 9º e 37 da Constituição Federal; o primeiro quando trata dos Direitos Sociais e consagra esse direito; o segundo, que normatiza a Administração Pública e diz, textualmente em seu inciso VII, que “o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica”. Ocorre que por inércia do poder público, tal “lei específica” ainda não foi editada, prevalecendo uma deliberação do STF, de 5/4/2017, com repercussão geral, mas que não derroga e nem pode se sobrepor ao texto constitucional.

Jarim Lopes Roseira

ipa.saopaulo@ipa-brasil.org.br

São Paulo”

CARTA ENVIADA AO JORNAL ESTADÃO

       Srs. Associados:

       Em sua edição de domingo, dia 5/12, na folha A12, do jornal O Estado de S. Paulo, falando de “Eleições 2022”, trouxe longa e matéria detalhada, com o título a seguir : “ Programas de Bolsonaro frustram PMs”.

       A propósito do inusitado texto, enviamos ao jornal carta com o seguinte teor, ainda não publicada:

“Sr. Editor do Fórum dos Leitores, bom dia,

Por se tratar de matéria de interesse público, solicito a gentileza de publicar a respeito à carta que abaixo segue:

Em primeiro lugar, se há frustração não é somente dos PMs, mas de todas as opções de segurança (Programas de Bolsonaro frustram PMs – Eleições 2022, 5/12, A12). Aqui em São Paulo, todos sabem e comentam a promessa do Sr. Governador de dar o segundo melhor salário do país aos seus policiais. Até agora nada foi feito. Precisa frustração maior? Enquanto isso, a criminalidade no Estado, assim como em todo o Brasil, cresce assuntoamente. Que Deus nos proteja!

Jarim Lopes Roseira

ipa.saopaulo@ipa-brasil.org.br

São Paulo ”

Atenciosamente,

Jarim Lopes Roseira

Presidente da IPA-SP e Diretor de Aposentados e Pensionistas da FEIPOL-SE

12/08/2021

METADE DOS GOVERNADORES PROJETA REAJUSTE EM 2022

       Srs. Associados:

      A carta enviada ao jornal O Estado de S. Paulo no dia 11/10 (Fórum de leitores) e não publicada, apesar de reiterada.

      Qual será a razão da rejeição da chamada “grande imprensa” em abordar questões pertinentes a servidores públicos, particularmente quando se trata de policiais? Fica a indagação para que cada um imagine a resposta mais adequada.

       Abaixo, publicamos o texto em questão: 

“Mesmo com mais da metade dos governadores já tendo se definido por conceder reajuste aos seus servidores, o de São Paulo, que comemora significativo aumento do PIB em 2021 (7,6%), ainda assim, manda “aguardar a arrecadação do próximo ano” (“Metade dos governadores projeta reajustes em 2022”, Política, 10/10, A4). Não pense o sr. João Dória que nós, servidores públicos, sem qualquer reajuste há oito anos, vamos ficar inertes e de braços cruzados. Vamos à luta!

JARIM LOPES ROSEIRA

IPA.SAOPAULO@IPA-BRASIL.ORG.BR

SÃO PAULO”

19/10/2021

MAIS UM QUE DÁ ADEUS À FOLHA DE S. PAULO

       O vice-presidente da IPA-SP, Rodomil Francisco de Oliveira, é mais um que deixa de ser assinante da Folha e justifica, detalhadamente, porquê.

     Eu, também, depois de mais de 34 anos, convenci-me de que os rumos que o jornal vem tomando, desaconselha sua leitura e, por isso, cancelei minha assinatura. É uma pena: foi um bom jornal.

São Paulo, 7 de abril de 2021

Jarim Lopes Roseira – IPA-SP

Abaixo, a manifestação do vice-presidente Rodomil

       Lendo a Folha de S. Paulo de hoje, 02.04.2021, mais uma vez fiquei envergonhado com a imprensa parcial e sem noção que ela pratica.

       Esse jornal envergonha o país, que pretende seguir o lema “ORDEM E PROGRESSO”. 

       Tem uns colunistas que são medíocres, tais como Hélio Schwartsman, Bruno Boghossian, Ruy Castro (esse quando fala do que realmente entende, que é música e artistas, é maravilhoso e competente, mas quando tenta escrever a respeito de política demonstra que é esquerdopata e incompetente em tudo que pensa, uma vergonha).

      O responsável pelo PAINEL DO LEITOR deve ter sido funcionário do Lula ou da Dilma: só deixa publicar asneiras, o que pouco ajuda a informar aos leitores; só tem vez quem fala mal do atual presidente ou do sistema de governo brasileiro, como se esses últimos 20 anos, desde FHC até Dilma, não fossem de desmontagem da estrutura nacional, moral e social, financeira e política.

     Hoje, um idiota assumido e sem origem que justifique ser editor de meia página, chamado BECKY S. KORICH, alegando ser apenas cronista, como se isso justificasse ter alguma credibilidade, escreve um monte de asneiras e mediocridades, próprias de quem está recebendo ou esperando alguma “boquinha” num governo corrupto e ladrão.

       Nunca li tanta hipocrisia e besteira. Não é assim que se faz um grande jornal. Isso demonstra que, a cada dia, esse jornal perde assinantes e vai perder mais, a não ser que consiga derrubar um governo honesto e os ladrões assumam novamente e passem a despejar muitos milhões para que o jornal fale bem do governo. Como disse as falecida Dercy Gonçalves: “A imprensa escreve exatamente o que eu pago para eles escreverem!”. É isso aí.

        Mais uma vez estou arrependido de assinar um jornal SEM NENHUMA CREDIBILIDADE E COM EXCESSO DE PENSAMENTOS E ESCRITOS PARTIDÁRIOS CONTRA O GOVERNO FEDERAL QUE TEM FEITO DE TUDO PARA RECUPERAR O PAÍS.

       Vejam que o Brasil é um dos países que mais vacinou e, se houvesse alguém não tão partidário, observaria que somos um dos países mais populoso do mundo e muitos políticos corruptos não deixam chegar até seu povo a vacina do governo federal, exclusivamente para prejudicar o presidente.

       O país é nosso e precisamos de uma pátria melhor pra todos e não para ladrões e corruptos, observando-se que esse jornal ilude a cabeça dos leitores para que sejam orientados para um  pensamento que não é a verdade do povo brasileiro.

     Ter como colunistas Boulos, Freixos, Haddads e outras cabeças não pensantes já demonstra a incapacidade de fazer esse jornal uma imprensa séria.

        Tem um tal de Juca Kfoury que é outro que entende um pouco de futebol, mas insiste em falar de política porque é amigo do Lula, ou seja, demonstra que é mais um idiota partidário que não deve demonstrar sua inveja por haver perdido as eleições.

        Por que não respeitamos as ideias e conhecimento de um PAULO VINICIUS COELHO, TOSTÃO, DELFIN NETO  ou até o irmão de JOÃO CARLOS MARTINS  (um monstro sagrado da música) IVES GANDRA DA SILVA MARTINS. Esses sim merecem ser lidos e têm o nosso respeito.

       Pelo que já escrevi e tudo mais que foi dito e ainda precisa ser escrito para conhecimento desse jornal, é uma honra me fazer mais um EX-ASSINANTE. Chega desse jornal esquerdopata, incompetente e parcial,

        SOU MAIS BRASIL E BRASILEIRO. MENOS CORRUPÇÃO E ROBALHEIRA. MAIS ORDEM E PROGRESSO.

      PREFIRO USAR MEU TEMPO DE APOSENTADO LENDO JORNAIS, LIVROS E OUVINDO IMPRENSA SÉRIA E COMPETENTE QUE POSSA ACRESCENTAR E NÃO ME FAZER ACÉFALO ASSUMIDO E OUVIR BOBAGENS E CHEIRAR O QUE AS MOSCAS FAZEM, MAS SENTIR O CHEIRO DAS FLORES COMO FAZEM AS ABELHAS. Grato. 

Abraços

RODOMIL F. OLIVEIRA

VICE-PRESIDENTE DA IPA SÃO PAULO

“SEGURANÇA DEIXOU DE SER PRIORIDADE, DIZEM POLICIAIS”

  Este título está entre aspas porque figura na página A-5 do caderno Política da edição de hoje, 4/4/2021, do jornal O Estado de S. Paulo. O texto retrata uma verdade incontestável, objeto de extensa reportagem escrita pelo jornalista Bruno Pires, da sucursal de Brasília.

      Na mesma página, sobre igual tema, ele entrevista o Capitão Augusto, deputado estadual pelo PL de São Paulo, que diz ver a categoria desprestigiada e que, sob Bolsonaro, a área da segurança pública nunca acumulou tantas perdas.

    Na verdade, a reportagem revela que a questão vem desde a criação do ministério da Justiça e Segurança Pública, que perdeu relevância desde a demissão do ex-juiz Sérgio Moro, há quase um ano. Essa pasta agora está sob a direção do delegado da Polícia Federal Anderson Torres, recém empossado, e o órgão tinha como proposta implementar investimento em equipamentos, tecnologia, inteligência e capacidade investigativa dos policiais.

       Acontece que o pacote anticrime foi desfigurado pelo Congresso e, também, Sérgio Moro não manteve a necessária interlocução com os governos dos Estados, até ser substituído por André Mendonça, que ficou menos de um ano no cargo.

      O resultado desses contratempos foi o aumento da criminalidade e a falta de interesse com a área, por parte do Congresso, chegando ao ponto de fazer um corte de mais de R$ 500 milhões nas verbas que seriam destinadas ao ministério.

      O Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, responsável por avaliar o cumprimento do Plano Nacional de Segurança Pública, não se reuniu nenhuma vez durante todo o período da pandemia. Sua última reunião foi no início do ano de 2020, quando estas deveriam ocorrer, pelo menos, duas vezes por ano.

       Dois ex-ministros da Justiça, os paulistas José Carlos Dias e José Eduardo Martins Cardozo, se disseram assustados com o encolhimento da Pasta, enquanto especialistas dizem que o ministério não tem planejamento.

        Para o delegado Rodolfo Laterza, presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil – Adepol, “o presidente deveria fazer uma análise mais detida do que as forças policiais precisam, principalmente as estaduais, policiais civis, militares, guardas municipais e agentes penitenciários”, diz a reportagem.

        A entrevista com o deputado Capitão Augusto é, também, bastante esclarecedora, criticando o descaso do governo federal, que inclusive deixou de incluir os policiais no plano nacional de vacinação. Ele também fala da PEC Emergencial que não precisaria ter incluído os servidores da área da Segurança Pública. Lembra que a polícia é a categoria que mais esta sendo contaminada por covid: só no estado de São Paulo 40% dos servidores foram contaminados.

        Dado a relevância dessas questões, visando dar ainda maior visibilidade ao assunto, a IPA-SP, pelo seu presidente, enviou ao “Fórum dos Leitores” do Estadão, uma carta com o seguinte teor:

“Sr. Redator, boa tarde:

Por ser de interesse público, peço a gentileza de publicar a carta que abaixo segue:

Faz tempo que a segurança pública neste país deixou de ser prioridade (“Segurança deixou de ser prioridade, dizem policiais” – Política, A-5). Faltam recursos materiais e humanos, os policiais não têm proteção institucional alguma. Até para serem vacinados não tiveram prioridade. O resultado de tanto descaso está aí para quem quiser ver: a criminalidade só aumenta, infelizmente. Ninguém mais tem tranquilidade. É lamentável!”

São Paulo, 4 de abril de 2021

Jarim Lopes Roseira – Presidente da IPA-SP

MAIS UMA CARTA AO “ESTADÃO” QUE NÃO FOI PUBLICADA

     Lamentavelmente, se tivermos que depender da nossa chamada grande imprensa para externar à população as nossas agruras enquanto servidores públicos vamos morrer à mingua.

      Tanto os jornais O Estado de S. Paulo quanto a Folha de S. Paulo, só estão preocupados em apontar pretensas mazelas do governo federal. Oitenta por cento das cartas dos leitores vão nessa linha.

       Na edição de terça-feira, 9/2, o jornal “Estadão” publicou, sob o título “(Falta de) qualidade do serviço público”, de autoria da jornalista Ana Carla Abrão, matéria que, como dissemos em nossa carta, encerra certas verdades que, entretanto, não são absolutas. Vejam o teor da nossa carta.

Sr. Editor do Fórum dos Leitores do Jornal O Estado de S. Paulo

Por ser de intrínseco interesse público, solicito publicar a carta que abaixo segue:

Relativamente à percuciente análise feita pela jornalista Ana Carla Abrão, no artigo “(Falta de) qualidade do serviço público”, Economia, 9/2, B4, não há porque discordar da essência do texto: os serviços públicos no Brasil deixam mesmo muito a desejar. Porém, que não se inculpe o desprestigiado servidor por isso, deixando de fora os governantes de altos escalões. Estes sim, quase sempre administram mal os recursos disponíveis. Auferem altos subsídios e deixam ao deus-dará os que estão na ponta da linha, atendendo às crescentes demandas da população. Com parcos vencimentos, excesso de trabalhos, e sem qualquer tipo de incentivo, deles pouco se pode esperar, realmente.”

São Paulo, 12 de fevereiro de 2021

Jarim Lopes Roseira

Presidente da IPA-SP e Diretor de Aposentados e Pensionistas da FEIPOL-SE

PRIVILÉGIOS

       A propósito de matéria de interesse público veiculada no jornal Folha de S. Paulo, em sua edição de 10/1/2021, com o título acima, escrevi uma carta para ser publicada no Painel do Leitor.

      Como soe acontecer, o jornal, até esta data, não se dignou a atender ao pedido de publicação.

        Assim sendo, para conhecimento, reproduzimos abaixo o texto da aludida carta:

Sr. Editor do Painel do Leitor, bom dia,

Por ser de relevante interesse público, peço a gentileza de publicar a carta que abaixo segue:

Se todos são iguais perante a lei, conforme diz a CF de 88, qualquer privilégio é a quebra dessa igualdade. O colunista Marcos Lisboa, em sua coluna de 10/1, A2, traz por título “Privilégios”. A certa altura, afirma literalmente: “Em São Paulo, como escrevi aqui em 24/10, há uma lista impressionante de produtos beneficiados com isenção de ICMS ou alíquotas bem menores das que pagam os demais”. O que dizer, então, do servidor público aposentado, que vêm amargando aumento abusivo na sua contribuição previdenciária?

Jarim Lopes Roseira, presidente da Seção de São Paulo da IPA (São Paulo – SP)

São Paulo, 14 de janeiro de 2021

Jarim Lopes Roseira – Presidente da IPA-SP

NOVAS POLÍCIAS

           Srs. Associados:

           Quando o assunto veio à baila, com manchete de capa na edição de segunda-feira (11/1), antes mesmo de nos aprofundar nos detalhes, sabíamos que a questão teria desdobramentos. Dito e feito: na edição de hoje, 12/1, na primeira página o jornal estampa: “Governadores reagem a plano para as polícias” e, na página A4, sob a foto do governador, aparece: “Dória afirmou que já mobilizou bancada paulista para barrar aprovação de projeto com mudanças nas polícias” (o título da matéria é: Governadores atacam propostas sobre polícias).

           Prima facie poder-se-ia dizer que se a mudança é ruim para o governador é porque é boa para a Polícia. O que acham?

           De qualquer modo leiam a carta que enviei ao “Estadão” e que abaixo segue reproduzida:

São Paulo, 12 de janeiro de 2021

Jarim Lopes Roseira – Presidente da IPA-SP