SECRETARIA DE OPERAÇÕES INTEGRADAS DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

      Em outra importante audiência, o Diretor de Relações Públicas da IPA-SP Murad Karabachian, foi recebido pelo Dr. Jeferson Lisbôa Gimenes, Secretário de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

         O Dr. Jeferson, antes de ocupar esse importante cargo, foi policial civil em São Paulo. São seus assistentes, o Dr. Clelcimar Santos Rabelo de Sousa, no cargo de Secretário-Adjunto e Dr. Eduardo de Freitas da Silva, como Chefe de Gabinete, também participaram da audiência.    

      A Diretoria da IPA-SP agradece ao seu diretor Murad o excelente desempenho com que vem se destacando no exercício do cargo.

São Paulo, 10 de novembro de 2020

Jarim Lopes Roseira

Presidente

DIRETOR DE RELAÇÕES PÚBLICAS DA IPA-SP É RECEBIDO PELO COMANDANTE DO EXÉRCITO, GENERAL EDSON LEAL PUJOL

             O Diretor de Relações Públicas da Seção Regional da IPA em São Paulo, Murad Karabachian, esteve em Brasília e foi recebido por Sua Excelência o Senhor General de Exército Edson Leal Pujol, Comandante Geral da Força Terrestre brasileira.

           A visita se deu no Forte Caxias (Quartel General do Exército, também conhecido popularmente como “Forte Apache”), ocasião em que o comandante Pujol fez entrega a Murad de um livro com o título Acervo Artístico, mostrando a marquise do majestoso QG.

              Na ocasião Murad também tratou de uma possível parceria da IPA-SP com a Rádio e TV Verde-Oliva, do Exército Brasileiro.

10/11/2021

5 DE NOVEMBRO, DIA DO ESCRIVÃO DE POLÍCIA

             Por força de lei, o dia 5 de novembro, comemorado como o Dia da Cultura, por ser a data de nascimento do jurista Rui Barbosa é também consagrado como O DIA DO ESCRIVÃO DE POLÍCIA.

             Dizer o que é e o que faz esse técnico-jurídico especializado, pedra angular do mister de polícia judiciária, é desnecessário, pois todos o sabem. Basta dizer que, sem ele, toda a Polícia para, literalmente.

             O lema de sua bandeira está escrito em latim e diz: “Sine notarium nihil rerum in perpetuam memoriam”, que assim se traduz: “Sem o Escrivão nada se perpetua na memória”.

        A IPA-SP, pela sua diretoria, associados e amigos, cumprimenta a cada um dos integrantes da nobre classe, nas pessoas dos que legitimamente os representam, Srs. Renato Del Moura, presidente da “AEPESP” e João Xavier Fernandes, do “SEPESP”.

São Paulo, 5 de novembro de 2020

Jarim Lopes Roseira

Escrivão de Polícia aposentado, presidente da IPA-SP

IPA-SP GANHA DIREITO DE RESPOSTA (Joel Mazo fica obrigado a reproduzir o ofício nº 26/2020, da IPA-SP)

            O MM. Juiz de Direito da 22ª Vara Cível da Comarca de São Paulo, nos autos do processo nº 1085189-75.2020.8.26.0100, concedeu ao presidente da Seção Regional de São Paulo, Jarim Lopes Roseira, o direito de resposta, com a publicação do inteiro teor do ofício nº 26/2020, da IPA-SP, no mesmo espaço e forma como foram divulgados os ataques (anúncio em 1ª página no site e TV da IPA Brasil), além de ter que arcar com as despesas decorrentes e custas do processo, nos termos da Lei nº 13.188, de 11/11/2015.

           A notificação, assinada eletronicamente pelo MM. Juiz, vale como decisão-ofício, a ser instruída pelo interessado, na forma legal. O ofício da IPA-SP tem o seguinte teor:

Ofício nº 26/2020 São Paulo, 24 de agosto de 2020

Senhor Presidente sub judice da

Seção Nacional da IPA no Brasil

Brasília – DF

                         Tendo tido o meu nome citado, integralmente, na publicação datada de 18/8 (Portal IPA Brasil), com reprodução eletrônica através do YouTube na “TV-IPA”, denominado “Pronunciamento do Presidente da IPA Brasil, Dr. Joel Zarpellon Mazo”, venho, através deste, amparado na lei nº 13.188, de 11/11/2015, utilizando-me do direito de resposta, pleitear a publicação da íntegra deste ofício, com igual destaque e formas, através do qual estou refutando as afirmações inverídicas contidas nas publicações em referência, conforme segue:

                         1 – O Sr. se refere a “eleição em que fui eleito”. Na IPA o Sr. nunca foi eleito, em nenhum momento, até hoje. Na eleição de 2011, o Sr. perdeu por larga margem; em 15/12/2015, o Sr. fraudou o pleito, fazendo com que duas pessoas não associadas votassem. A intervenção judicial por nós requerida, ainda depende de decisão em 2ª Instância, daí estar sua gestão sub judice.

                          A Nova eleição que foi determinada pelo órgão executivo da IPA Internacional (IEB) se transformou numa “farsa homologatória” à revelia do Estatuto de 165 artigos (!) que o Sr. elaborou e, por ele, prorrogou seu próprio mandato!        

                           2 – Não é verdade que até 2018 a IPA no Brasil estivesse em situação caótica. Muito pelo contrário, até aquele ano a IPA tinha seis Seções instaladas e ouras três em formação, contando com mais de mil associados. O quê dizer agora com a “Campanha Associado 1000” e as Seções do Rio de Janeiro e de Goiás desativadas?                           

              3 – Quando o Sr. anuncia que instalará uma Seção Regional da IPA em São Paulo, ou finge desinformação ou age de má fé. Ela já existe desde o ano de 1977, funcionando ininterruptamente até o dia de hoje, com mais de 400 associados. Portanto, Sr. presidente sub judice, não perca seu tempo.           

Respeitosamente.            

Jarim Lopes Roseira

Presidente da Seção Regional de São Paulo

OMBUDSMAN DA FOLHA SE DESCULPA PELA NÃO PUBLICAÇÃO DE CARTA

Recebi da Jornalista Flávia Lima, Ombudsman do jornal Folha de S. Paulo, o texto abaixo:

“Agradeço o comentário e me desculpo pela demora em respondê-lo. Infelizmente, não interfiro naquilo que é publicado pelo Painel do Leitor, mas as observações foram encaminhadas para lá. Fico feliz que o Sr. tenha se sentido, como leitor, representado pelo texto.

Tenha uma excelente semana,

Flávia Lima, Ombudsman Folha de S. Paulo”.

A carta a que se refere Flávia, que ainda não foi publicada, tem o seguinte teor.

Até que enfim a ombudsman Flavia Lima, na edição de 1º/11, no texto “Precisamos falar das milícias”, defende o leitor, reconhecendo que a imprensa deve prestar mais atenção, dando visibilidade e fomentando o debate sobre os assuntos policiais. É o que se espera de um jornalismo sério. Afinal, o trabalho policial é muito importante para ser abordado superficialmente.

Jarim Lopes Roseira, presidente da Regional São Paulo da International Police Association (São Paulo, SP)

2/11/2021

COMO TRANSCORREU O ATO PÚBLICO “FORA DÓRIA”, DIA 1º/11/2020, NO VÃO DO MASP

          Às 14 horas, quando tentamos nos aproximar do vão do MASP, encontramos três carros de som, cada um com cerca de cem pessoas aglomeradas. Demorou para identificar o que focava no mote “Fora Dória”.

       Como já era esperado, o ato público tinha o viés político partidário pró Bolsonaro, liderado pelo deputado estadual Douglas Garcia. Já sabíamos disso, mas nosso objetivo era protestar contra os descontos abusivos decorrentes da aplicação da desditosa Lei Complementar nº 1.354, de 6/2020, que dispôs sobre o Regime Próprio da Previdência dos Servidores Públicos de São Paulo.

       Subir no carro de som, nem pensar; até mesmo o nosso colega Investigador Alberto Sabino, candidato a vereador, que compareceu devidamente paramentado, conseguiu. Assim nos restou exibir duas faixas preparadas pela IPA-SP: uma falando das promessas não cumpridas do governador e a outra chamando a atenção para a Segurança Pública, tudo respeitosamente.

        No auge do movimento, por volta das 15 horas, eram cerca de 300 as pessoas em volta do carro principal. Se juntassem os demais grupos, poderia se aproximar de mil pessoas, o que não seria pouco.

      As falas eram todas direcionadas às falácias do governo João Dória, especialmente sobre a sua intenção de tornar obrigatória a vacinação em São Paulo. Falou-se também do não cumprimento de promessas na área da segurança pública, como o aumento salarial para os policiais.

        Próximo às 17 horas, quando alguns começavam a dispersar, os organizadores deram o ato por encerado. Antes porém o deputado Douglas Garcia, talvez percebendo o número de servidores presentes, prometeu apresentar na ALESP um Projeto Legislativo contra os efeitos da Reforma. Se vinga ou não, as chances são mínimas.

      Para encerrar esta resenha, os agradecimentos aos colegas Benedito Mendes Martins e sua filha, que vieram de Mogi das Cruzes; ao vice-presidente da IPA-SP, Rodomil; à dedicada diretora Escrivã Ana Rosa; ao associado Sabino e ao sócio honorário e advogado Dr. Avellar, entre outros policiais que nos cumprimentaram. 

São Paulo, 2 de novembro de 2020

Jarim Lopes Roseira

Presidente da IPA-SP e Diretor de Aposentados e Pensionistas da FEIPOL-SE      

ATO PÚBLICO NO VÃO MASP, DIA 1°/11

         Srs. presidentes, diretores e associados dos Sindicatos de policiais civis: 

          De acordo com o que deliberamos na reunião na AEPESP dia 14/10 e diante da convocação do ato público para o domingo, dia 1º/11/2020, às 14 horas, no vão do MASP, de iniciativa de entidades de servidores públicos estaduais, lembro ao colega da conveniência de participarmos (foram enviadas a 11 associações e sindicatos). Os que puderem devem levar faixas.

Atenciosamente,

Jarim Lopes Roseira, IPA-SP

29/10/2020

A POLÍCIA BRASILEIRA É MUITO VIOLENTA?

     Com o título acima, a Rede CNN Brasil de Televisão, apresentou, no dia 22 de junho de 2020, no Programa “#grandedebate”, extensa abordagem sobre o tema.  Da reportagem, anotamos alguns tópicos e dados estatísticos que nos pareceram relevantes. Também consultamos, à parte, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2020, de onde extraímos alguns números que nos surpreenderam. Cada tópico foi, algumas vezes, anotado fora do contexto da frase ou da sentença, razão pela qual não se trata de um texto concebido dentro de uma sequência lógica. Leiam os tópicos e os conceitos:

     1 – o número de policiais que morreram por suicídio é maior do que o dos que faleceram em confrontos, sendo a conclusão que a saúde do policial precisa ser preservada, pois isso quer dizer que, doente, ele é mais um problema nas ruas.

    2 – aumento de penas, endurecimento da lei penal e maior pressão, não são evidências de diminuição de crimes; elas só serviram para ganhar votos e causar na população falsa sensação de segurança.

     3 –  741 pessoas das quais 78% são negras, nos primeiros 5 meses de 2020, foram vítimas de violência policial no Rio de Janeiro, sendo este o maior número desde 1998. Isso acontece porque uma parte da sociedade aplaude a minoria dos policiais que abusa da autoridade.

    4 – o governo opta por desprestigiar a polícia, diminuindo os salários e a sua moral, sendo esse o resultado: foram 51.000 homicídios em 2003, primeiro ano do governo Lula; em 2016, último ano do governo Dilma, houve 61.600 e no governo Bolsonaro (2019), foram registrados 41.000.

    5 – a imprensa militante trata a exceção como regra. Como generalizar se a minoria faz isso? E assim acaba sendo potencializado pelo desarmamento civil, mudanças na lei penal e depois o sucateamento da polícia, que acaba fortalecendo a ação de bandidos contra a população.

     6 – são, em média, meio milhão de policiais, em todo o Brasil, entre civis e militares, que não são valorizados.

    7 – 78% dos policiais morreram fora do horário de trabalho, por quê? Porque policiais tem que fazer “bico”, resultando que fiquem muito mais vulneráveis.

   8 – As brechas no sistema legal brasileiro, por exemplo: impossibilidade de prisão após julgamento em 2° Instância. O Brasil é o único país que espera o trânsito em julgado da sentença para encarcerar o preso, com o relaxamento de prisões cautelares, e a progressão de regime. Uma Súmula do STF permite o encarcerado que tiver no sistema fechado, se não houver vaga no aberto, ser automaticamente colocado em liberdade. E, também, as saídas temporárias como por exemplo a da filha que matou os próprios pais e teve uma “saidinha” no dia das mães e no dia dos pais.

    9 – No Brasil há de 400 a 500 mil mandados de prisão em aberto, e nem 10% dos homicídios são solucionados. Como falar que este país prende demais?

    10 – A culpa que é das facções terroristas, acaba recaindo sobre os ombros, já sobrecarregados, dos policiais.

   11 – Sobre a visibilização das minorias que são mulheres, negros e homossexuais, dentro das corporações policiais, quando são vítimas são invisíveis em debates públicos e ninguém fala nada. Abraço seletivo do progressismo, que enxergar o mundo de uma forma binária, que acha que a polícia é uma força opressora quando na verdade é uma força protetora e é por isso que ligam quando têm algum problema dentro de casa.

    12 – Presença policial em São Paulo: bairros nobres: 1 policial para cada 280 habitantes; na periferia: 1 policial para cada 1.600 habitantes.

    13 – De 2015 a 2019 (dados da Secretaria de Segurança Pública) foram realizadas 79 milhões de abordagens policiais, sendo 15 milhões feitas pela PM. É como se em 365 dias do ano, 1/3 da população de São Paulo fosse parada pela polícia por algum motivo. Dessas abordagens policiais de 0,2 a 1% resultaram em prisão em flagrante, fazendo com que 99% das mesmas fossem inúteis.

    14 – O retreinamento de policiais é uma coisa que eles já sabem que melhora a vida, não só das pessoas que são abordadas, mas, também, de quem aborda, razão de maior segurança dos policiais. Eles precisam ter respaldo jurídico, ter a certeza de que o governo está garantindo a segurança deles, e com isso a questão financeira, transporte com segurança, moradia, poder de compra, etc.

                      Link da CNN Brasil: https://youtu.be/_9J8p72IfgI 

             Link  do     Anuário      Brasileiro   de     Segurança Pública: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2020/10/anuario-14-2020-v1-interativo.pdf

São Paulo, 26 de outubro de 2020

Jarim Lopes Roseira

Presidente da Seção Regional da IPA em São Paulo 

"Qualquer que seja o lugar do planeta, qualquer que seja a natureza da sociedade, a vida das pessoas é mais garantida e mais esperançosa porque há policiais fiéis à sua profissão."