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É FEVEREIRO, TEM CARNAVAL, MAS AINDA NÃO TEMOS LEI ORGÂNICA

Pode até ser que falemos aqui de valores díspares, de pesos sociais igualmente diferentes. O carnaval é uma festa pagã, bastante conhecida em todo o país e até no exterior. Já a lei orgânica da Polícia Civil do Estado de São Paulo, é pouco ou nada conhecida, embora diga respeito, direta ou indiretamente, a uma população de 45 milhões de pessoas, no mínimo.

É da cultura do brasileiro valorizar mais o carnaval, o futebol e a cerveja, do que às questões governamentais relevantes, mesmo que sejam aquelas que digam respeito à sua segurança pessoal ou coletiva.

Sabendo disso, governantes insensíveis invertem os valores e passam a dar mais importância àquilo que é efêmero. Digo isso porque as leis orgânicas nacionais das polícias civis e militares, estão prontas há mais de dois anos e prescrevem que as unidades federativas devem fazer suas leis locais, de forma suplementar, cabendo a iniciativa aos respectivos governadores. Portanto, a responsabilidade é, como não poderia deixar de ser, do governador de cada Estado, sendo que alguns sequer ainda se manifestaram a respeito.

Como é sabido, a segurança pública em São Paulo, como na maioria dos Estados, repousa nas duas corporações – polícia civil e polícia militar, cada qual com atribuições distintas, de igual importância: a prevenção (para evitar que o crime ocorra) fica a cargo da PM e a repressão (para identificar a autoria e apurar as circunstâncias), como atribuição da PC.

Não se sabe por qual razão, o projeto de lei da polícia militar já se encontra tramitando na ALESP, desde dezembro de 2025, enquanto o da polícia civil sequer foi apresentado às entidades classistas (associações e sindicatos), para apreciação e posicionamento.

No dia 30/1, recebemos da Coordenadoria de Relacionamento com a Sociedade, do gabinete do Sr. governador, extensa carta-resposta com cópia do Processo n° 001.00006538/2025-26, tratando de assuntos diversos e, relativamente à lei orgânica, apenas diz que ela “visa modernizar e fortalecer a Instituição, buscando mais autonomia e independência para a Polícia Civil” e complementa: “o grupo composto por representantes da Secretaria de Segurança Pública, Casa Civil e Polícia Civil, realiza reuniões técnicas para discutir temas como a reestruturação da carreira, criação e unificação de cargos”

É fevereiro, tem carnaval, mas ainda não temos uma Lei Orgânica da Polícia Civil de São Paulo.

São Paulo, 2 de fevereiro de 2026

Jarim Lopes Roseira – Escrivão de Polícia aposentado, Diretor Executivo da IPA-SP

CARTA À FOLHA DE S. PAULO, NÃO PUBLICADA

Comunicado IPA-SP n° 32/2025

Srs. Associado, bom dia:

Efetivamente, a chamada “grande imprensa” interdita a voz do servidor público nos espaços de opinião. É prova disso a não publicação da carta sobre o tema “Autoridades que investigam o PCC relatam rotina de medo e restrições”, enviada ao Painel do Leitor, em data de 22/9, e reiterada por duas vezes, assim como de artigo intitulado “É CHEGADA A HORA DE DAR VOZ AO SERVIDOR PÚBLICO”, também encaminhado recentemente.

Para conhecimento, reproduzimos abaixo o teor dos referidos documentos:

I

“Sr. Editor do Painel do Leitor,

Por ser de interesse público, peço a gentileza de publicar a carta que abaixo segue: ‘Autoridades que investigam o PCC relatam rotina de medo e restrições’ (capa da Folha, de 21/9). Ante a audácia dos marginais, medo e restrições fazem parte da rotina de qualquer policial. E, realmente, não há legislação que regulamente pedidos de proteção. O projeto de uma nova Lei Orgânica para a Polícia Civil está parado há mais de um ano, a despeito de vir sendo cobrada a sua remessa à ALESP. Jarim Lopes Roseira, Diretor Executivo da IPA-SP”

II

É CHEGADA A HORA DE DAR VOZ AO SERVIDOR PÚBLICO 

Perde a grande imprensa ao interditar a voz do servidor público nos espaços de opinião

Jarim Lopes Roseira

Escrivão de Polícia aposentado. Foi professor na Academia de Polícia de 1988 a 2014, tendo sido um dos autores dos Manuais de Polícia Judiciária e de Investigação Policial

No dia 21/8, na Folha de S. Paulo, o jornalista Luís Humberto Carrijo, fez uma espécie de mea culpa, reconhecendo que a chamada grande imprensa interdita a voz do servidor público, impedindo-o de manifestar suas opiniões sobre temas que lhe dizem respeito. 

Na ocasião, escrevemos ao Painel do Leitor manifestando nosso reconhecido agradecimento. Agora é hora de fazer um teste para saber, com todo o respeito, se o reconhecimento é para valer ou foi apenas uma narrativa vazia, do tipo me engana que eu gosto. 

Pois bem, sou servidor público, assinante do jornal e tenho uma contribuição, de interesse público, a oferecer aos leitores e ao público em geral. Trata-se da insegurança pública que campeia em São Paulo e no Brasil, com o chamado crime organizado fazendo vítimas dia sim e outro também. Ninguém aguenta mais conviver com a permanente sensação de insegurança.

Com o assassinato brutal, no dia 15/9, do ex-delegado-geral de Polícia, Ruy Ferraz Fontes, o secretário de segurança pública Guilherme Derrite disse, em coletiva à imprensa, que uma das causas da fragilidade da segurança é a legislação ultrapassada e retrógrada. Só não disse que, desde novembro de 2023 vem sendo gestada uma nova lei orgânica para a Polícia Civil do Estado, cujo prazo para conclusão já foi prorrogado por nada menos que três vezes. 

A lei atualmente em vigor tem mais de 45 anos, está realmente ultrapassada, o que causa transtornos de todas as ordens. Precisa, realmente, ser substituída com urgência. O secretário Derrite, que foi contraditório em sua fala, precisa se manifestar e esperamos que o faça com lhaneza e espírito público.

Destaque-se que no ano de 2023, a União instituiu a Lei Orgânica Nacional das Polícias Civis (lei n° 14.735, de 23/11/2023), dispondo sobre suas normas gerais de funcionamento e dando outras providências. Diz, em seu artigo 3° que “a lei orgânica de cada Estado, cuja iniciativa cabe ao respectivo governador, deve estabelecer, observadas as normas gerais previstas nesta lei, regras específicas sobre estrutura, organização, competências e funcionamento de unidades; requisitos para investidura em cada cargo, com as devidas promoções e progressões; atribuições funcionais de cada cargo; direitos, prerrogativas, garantias, deveres e vedações; Código de Ética e Disciplina e diretrizes para a elaboração da proposta orçamentária”.

Há quatro anos, as entidades representativas dos policiais civis criaram um fórum denominado “Resiste”, através do qual vêm acompanhando e fornecendo subsídios para a elaboração do anteprojeto de lei, mas, ainda assim, seus esforços têm sido em vão.

Ante o exposto, conclui-se que o Sr. secretário Derrite acertou em dizer que a legislação atual é retrógrada, mas esqueceu-se que a principal lei está em seu gabinete há quase dois anos à espera de regulamentação.

São Paulo, 1° de outubro de 2025

A Diretoria

POR QUE SE NEGA ESPAÇO AO SERVIDOR?

Comunicado IPA-SP n° 18/2025
Srs. Associados, boa tarde:

O jornal Folha de S. Paulo publicou em data de 19/8, interessante artigo da lavra do jornalista Luis Humberto Carrijo, retratando a interdição da voz do servidor público pela grande imprensa.

O artigo motivou o envio de carta de autoria do nosso diretor executivo, hoje publicado.

São Paulo, 21 de agosto de 2025

A Diretoria da IPA-SP

“A FALTA DE SEGURANÇA MATA A SAÚDE”

Comunicado IPA-SP n° 11/2025
Srs. Associados, bom dia:

Para conhecimento, informamos que o jornal Folha de S. Paulo, em sua edição do dia 19/6, publicou notícia com o título: “A falta de segurança pública mata a saúde” .

A propósito escrevemos ao Painel do Leitor que divulgou a nossa carta, como segue:

Só para alertar: 11% do PIB representa 1 (um) trilhão de Reais.

São Paulo, 23 de junho de 2025
A Diretoria

“POR QUE RAZÃO PARTEM OS AMIGOS”

Comunicado IPA-SP n° 4/2025
Srs. Associados, boa noite:

Hoje, 23/1/2025, logo pela manhã recebi do querido amigo Hugo Chaves de Souza, a notícia do falecimento do Coronel PM LUIZ GONZAGA DE OLIVEIRA, residente em Santa Branca, em cuja residência fomos recebidos mais de uma vez.

Pessoa extraordinária, do mais fino trato, o Cel. Luizinho teve uma carreira brilhante, tanto na corporação de origem como, a convite do prefeito Paulo Maluf, comandou a Guarda Metropolitana de São Paulo. Lá também o visitamos.

O irmão do colega Hugo, o escritor Wilson Chaves, escreveu sobre ele o texto que abaixo reproduzimos:

“POR QUE RAZÃO PARTEM OS AMIGOS”

Faleceu hoje de manhã o nosso querido amigo, Luiz Gonzaga de Oliveira, ilustre filho de Santa Branca, orgulho da nossa gente!
Luiz Gonzaga de Oliveira, era filho da tradicional família santa -branquense, Nestor Samuel de Oliveira e da professora, Dona Benedita Aparecida Acritelli de Oliveira. Ainda muito jovem foi um dos empreendedores de sucesso. Na época, juntamente com seu sogro, Laércio Dias e mais três sócios abriram o famoso Armazém Novo, na época um sistema moderno e diferenciado de atendimento, além dos ótimos preços praticados… Tempos depois, ao completar o ciclo médio educacional, resolve prestar exames na Academia da Polícia Militar do Estado de São Paulo, aprovado com mérito.
Formado, aspirante oficial, Gonzaga inicia sua longa e gloriosa carreira, em vários comandos da Instituição, chega a atingir o segundo posto maior, “Coronel Vice comandante geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo”. Completo o ciclo e tempo de excelentes serviços prestados a Instituição, chega a merecida aposentadoria.
Nessa época, recebe uma grandiosa homenagem da Câmara Municipal de Santa Branca, com a Comenda Ajudante Braga, projeto dos vereadores, Hugo Chaves de Sousa e Celso Simão Leite.
Alguns meses depois, recebe um convite do então prefeito da capital paulista, Paulo Maluf, para assumir o comando da Guarda Metropolitana, convite aceito, tem mais uma bela temporada no desafiador comando da Guarda, tendo sempre em meta a segurança da família e do patrimônio público.
Vencido o desafio, Luiz Gonzaga, aposentado, resolve viver a calma que o tempo lhe oferta, divide suas ações familiares entre a capital paulista e Santa Branca, sua terra natal que tanto se orgulhava.
Seu caminho de sucesso e as trilhas da vida, sempre foram compartilhadas e incentivadas pelo único e grande amor de sua vida: sua esposa, Professora Regina Dias de Oliveira, companheira fiel e incentivadora dos seus méritos e encorajadora quando as difíceis decisões!
Coronel Luiz Gonzaga de Oliveira, hoje, atendendo a chamado do Pai eterno, você faz a grande viagem de volta a Terra das Muitas Moradas! O céu está em festa, familiares e amigos o aguardam para o grande abraço da eterna paz.
Deixa saudades! Até um dia meu grande amigo!”

São Paulo, 23 de janeiro de 2025

Jarim Lopes Roseira
Diretor Executivo da IPA-SP

MATÉRIAS DO NOSSO ASSOCIADO JORNALISTA RONALDO “PANTERA” LOPES

Comunicado IPA-SP n° 121/2024
Srs. Associados, bom dia:

Retransmitimos abaixo em link as matérias que nos remeteu o nosso associado, RONALDO PANTERA LOPES.

São Paulo, 29 de novembro de 2024

Zanoni Marques de Oliveira Botelho
Presidente da IPA-SP

Jarim Lopes Roseira
Diretor Executivo

I – DECRETO AUTORIZA DESIGNAÇÃO DE POLICIAIS MILITARES DA RESERVA A VOLTAREM A TRABALHAR  /  II – PORTARIA DA “SPPREV” DISCIPLINA “PROVA DE VIDA” E CENSO DE INATIVOS E PENSIONISTAS  /  III – MISSA DE SÉTIMO DIA EM SUFRÁGIO DA ALMA DO JORNALISTA MOACYR FORTE

Comunicado IPA-SP n° 119/2024
     Srs. Associados, boa tarde:

     Para conhecimento, informamos que:

I

     O Decreto n° 69.059, de 14/11/2024, autoriza que PMs do Estado transferidos para a reserva podem exercer funções administrativas, técnicas ou especializadas nas OPMs, enquanto não atingirem a idade limite de permanência na reserva. 

     Assim, eles poderão exercer funções como: I – sistema de logística e patrimônio; II – sistema de saúde; III – atividades relacionadas ao atendimento às chamadas de emergência, aos despachos de viaturas e à videomonitoração; IV – sistema de recursos humanos; V – sistema da tecnologia da informação e comunicação; VI – sistema financeiro, orçamentário e salarial; VII – sistema de comunicação social; VIII – sistema de polícia judiciária militar e disciplinar e IX – sistema de inteligência.

     A designação terá a duração de 12 meses, prorrogáveis por igual período até o limite de 48 meses, contínuos ou não. Os designados serão pagos através de diárias, que não serão computadas para fins de cálculo de décimo-terceiro salário. O tempo não será computado como serviço policial militar para qualquer efeito. 

     Serão disponibilizados 120 cargos para oficiais e 2.220 para praças. A remuneração será feita através de UBV (Unidade Básica de Valor), com os seguintes coeficientes: 4,0 para oficiais e 2,5 para praças, diariamente.

     A íntegra do decreto será disponibilizada através de link: Decreto n° 69.059, de 14/11/2024

II

     Através da Portaria SPPrev 374, de 13/11/2024, a São Paulo Previdência disciplinou o recadastramento (prova de vida) e o censo previdenciário (atualização cadastral dos inativos e pensionistas) civis e militares, no ano de 2025. 

     Os procedimentos deverão ser realizados no mês de aniversário do inativo ou do pensionista, exceto para os beneficiários universitários, que devem realizar seu recadastramento semestralmente nos meses de janeiro a julho, e o censo apenas no mês de julho.

     Como a Portaria é muito extensa, seu texto será enviado através de link: Portaria SPPrev n° 374, de 13/11/2024

III

     Os policiais amigos do jornalista MOACYR FORTE, falecido no dia 22/11, resolveram, por iniciativa do Investigador Alberto Sabino de Oliveira, direto desta IPA-SP, encomendar uma Missa de Sétimo Dia, em sufrágio de sua alma.

     O ato litúrgico se realizará na Igreja de Santa Ifigênia, no Largo do mesmo nome (no início da Av. Cásper Líbero), às 18 horas, do dia 29/11 (sexta-feira). Ficam todos convidados.

São Paulo, 26 de novembro de 2024

Rodomil Francisco de Oliveira 
Presidente em exercício 

Jarim Lopes Roseira
Diretor Executivo

CARTA A FOLHA TEVE REPERCUSSÃO ATÉ FORA DO PAÍS

Comunicado IPA-SP n° 117/2024
     Srs. Associados, boa tarde:

     A Carta encaminhada ao jornal Folha de S. Paulo sobre “crises causam desgaste do Governo Tarcísio na segurança pública”, teve repercussão além da esperada: O próprio presidente da IPA Internacional, Mr. Martin Hoffmann, nos distinguiu com a seguinte mensagem: 

     Outro que nos ligou, foi o ex-presidente da ADPESP, Dr. Paulo Fernando Fortunato, destacando a oportunidade da manifestação. 

     Pelo WhatsApp foram várias as mensagens.

     A reportagem que deu origem, de 19/11, além de chamada na capa, ocupa duas páginas da Folha (A6 e A7), ilustradas com fotografias. Não destaca “segurança municipal”, mesmo porque a questão é de âmbito estadual. A Folha errou.

     Convém lembrar que o deputado REIS tem afirmado, reiteradas vezes, que além da falta de reajuste em 2024, não há previsão orçamentária para 2025. Se for assim não há mesmo como “manter vitrine”. 

São Paulo, 21 de novembro de 2024

Jarim Lopes Roseira 
Diretor Executivo da IPA-SP

MANDADO DE SEGURANÇA EM FAVOR DO ESCRIVÃO DE POLÍCIA

Comunicado IPA-SP n° 103/2024
     Srs. Associados, bom dia:

     Retransmitimos abaixo o inteiro teor da mensagem que nos remeteu o nosso associado, Escrivão de Polícia aposentado e Jornalista renomado, RONALDO PANTERA LOPES, tratando de relevante questão de interesse da categoria policial, em especial dos Escrivães de Polícia.

MANDADO DE SEGURANÇA EM FAVOR DO ESCRIVÃO DE POLÍCIA

       A iniciativa é do SINPOL – Sindicato dos Policiais Civis de Ribeirão Preto – que vai propor contra o Delegado Geral, uma ação de Mandado de Segurança coletivo, referente à Portaria DGP – 26, de 30 de outubro de 2023.
       A portaria em resumo, na seção XXII, fala sobre a apreensão, entrega e depósito de valores e objetos, e no artigo 199, – enquanto não implantada a Central de Custódia – deixa sob responsabilidade do escrivão de polícia chefe ou outro servidor designado pelo delegado de polícia titular, a guarda, fiscalização e o registro de entrada e saída dos objetos apreendidos.
       O jurídico do Sinpol está propondo a ação, uma vez que este dispositivo vai a desencontro com o que determina o artigo 158, da Lei 13.964-2019, que viola o princípio da legalidade, uma vez que o Estado de São Paulo, o chefe da Polícia Civil e o Instituto de Criminalística, não criaram uma sala de ‘Central de Custódia’ onde todo material apreendido fosse armazenado.
       O sindicato apurou que a maioria dos cartórios das delegacias de polícia do estado, não é provida de um local devidamente adequado para o armazenamento dos objetos apreendidos. Muitas vezes ficam armazenados em locais impróprios ou até mesmo em corredores das delegacias, sem segurança, correndo o risco de furtos ou extravios, colocando em risco os escrivães e policiais responsáveis em processos na Corregedoria.

Release-SINPOL – Ronaldo Pantera Lopes, Jornalista e Escrivão de Polícia aposentado ”

São Paulo, 14 de outubro de 2024

Zanoni Marques de Oliveira Botelho
Presidente da IPA-SP

Jarim Lopes Roseira
Diretor Executivo