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SEMINÁRIO DA IPA-SP E UNIPOL FOI UM SUCESSO

C Y B E R C R I M E 

A MISSÃO DA POLÍCIA NO COMBATE AOS CRIMES ELETRÔNICOS

Transcorreu com o sucesso esperado o 1º Seminário Brasileiro de Combate aos Crimes Eletrônicos, promovido pela Seção de São Paulo de IPA, em conjunto com a Universidade Policial - UNIPOL e que se realizou das 9 às 18 horas do dia 30/4/2019, no Hotel Holiday Inn, no Anhembi, São Paulo - SP.

A abertura do evento, que contou com a presença do Coronel do Exército Frederico José Diniz, que representou Sua Excelência o General João Camilo Pires de Campos, DD. Secretário da Segurança Pública e do Exmo. Sr. Dr. Caetano Paulo Filho, diretor do Departamento de Inteligência da Polícia Civil, do Exmo. Sr. Deputado Estadual Heni Ozi Cukier e do Presidente da Associação dos Delegados de Polícia, Exmo. Sr. Dr. Gustavo Mesquita Galvão Bueno, entre outros, foi conduzida pelo Jornalista Paulo Menezes, diretor da UNIPOL e iniciou-se com a execução do Hino Nacional Brasileiro.

Na seqüência, o presidente da IPA-SP, Professor Jarim Lopes Roseira, saudou a todos, disse que o evento se inspirava no texto constitucional que diz que “segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos” e pediu para que cada um dos componentes da Mesa de Honra, fizesse uma breve alocução, no que foi gentilmente atendido, oportunizando fundamentados elogios à iniciativa que ali se desenvolvia.

Palestrantes/Debatedores:

O cerimonialista Dr. Paulo Menezes, anunciou os palestrantes, todos professores da Academia de Polícia de São Paulo, Dr. Caetano Paulo Filho, diretor do DIPOL; Dr. Robinson Fernandes, titular da 1ª Delegacia de Crimes Funcionais da Corregedoria; Dr. José Mariano de Araújo Filho, ex-titular da Delegacia de Crimes Eletrônicos, hoje no DPPC e Professor Marcos Tupinambá M. A. Pereira, em exercício na Academia de Polícia. Também foram citados os debatedores Drs. Marcus Vinicius de Carvalho, da Superintendência Geral da CVM; Dr. Cid Carlos Costa de Freitas, Coordenador-Geral de Procedimentos Especiais do Ministério da Economia; Drs. Paulo Eduardo Vilela Pacheco, da Comissão de Valores Mobiliários; Alexandre Romano, da BSM – Supervisão de Mercados; Jornalista Cristina Zahar, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, além do Agente de Telecomunicações Ewerton Thomas, professor da UNIPOL.


Primeira palestra

O primeiro a proferir sua palestra foi o Dr. Caetano Paulo Filho , Delegado de Polícia e Professor na Academia de Polícia de São Paulo que falou da sua experiência de quando, nos três últimos anos, dirigiu o Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt – IIRGD, período em que dotou o importante órgão de toda a infraestrutura eletrônica, inclusive digitalizando os prontuários civis e criminais até então em papel.

Falou da estrutura organizacional do Instituto, citando o nome de seus principais assistentes, de delegados de polícia a papiloscopistas policiais. Anunciou a empresa Valid, como a principal terceirizadora dos trabalhos que não exigem técnica policial, como a expedição de atestados de antecedentes e de carteiras de identidade e seus prontuários, cujo número já ultrapassa a 60 milhões, considerado um dos maiores do mundo, afirmou.

Disse que além de criar diversos bancos de dados específicos onde são armazenadas as impressões e fragmentos colhidos em locais de crimes, informatizou os prontuários civis e criminais de todo o Estado.

Nos quatro meses em que vem dirigindo o DIPOL, disse ter planos de informatizar os mais diversos órgãos vinculados ao Departamento no território de São Paulo. Deu detalhes de crimes esclarecidos a partir do cruzamento de dados contidos nos computadores e programas de última geração que vêm sendo instalados nas mais diversas unidades policiais.

Ao final de sua aplaudida palestra, Dr. Caetano respondeu a alguns questionamentos dos presentes.

Recebeu dos organizadores do evento agradecimentos e um singelo mimo.

Das 10:45 às 11:00 horas os inscritos e convidados se serviram de um coffee break.

Segunda palestra

Na seqüência falou aos presentes o Dr. Robinson Fernandes , Mestre, Doutor e Bacharel em Direito, além de professor universitário e na Academia de Polícia, que disse de sua experiência desde quando da criação e coordenação do Laboratório de Lavagem de Dinheiro, no DIPOL, de 2009 a 2018. Nesse período trabalhou integrado às polícias de diversos países, cabendo-lhe a coordenação, no Brasil, das operações policiais do gênero.

Pós-Doutorado em Direito pela Universidade de Lisboa, atualmente o Dr. Robinson preside o Instituto dos Profissionais em Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo – IPLD. Dentre as condecorações que possui destaca-se o Diploma de Mérito do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), recebido no ano de 2018.

Sua palestra, que despertou bastante interesse dos mais de 40 inscritos, versou predominantemente sobre os aspectos investigativos, jurídicos e penais dos crimes cibernéticos. Mostrou, também, como se previne e reprime o “branqueamento” de capitais de origem espúria, fazendo comparação entre esse tipo de crime no Brasil e em outros países, especialmente em Portugal, onde concluiu seus cursos superiores.

A exemplo do palestrante anterior, Dr. Robinson se colocou à disposição dos inscritos e respondeu às perguntas por eles formuladas. Mereceu intensos aplausos. Além dos agradecimentos da direção do evento, recebeu um simbólico brinde.

Debate

Na seqüência, falou de sua experiência o Dr. Cid Carlos Costa de Freitas, coordenador-geral de Procedimentos Especiais do Ministério da Fazenda, explanando de forma preventiva acerca da rotina de trabalho do órgão que, de certo modo, é correlata a que os órgãos policiais realizam.

T erceira Palestra

Seguindo à programação, terminado o horário destinado ao almoço, servido no amplo espaço do Holiday Inn, teve início a terceira palestra, a cargo do Dr. José Mariano de Araújo Filho , Delegado de Polícia e Professor na Academia de Polícia, ex-titular, até recentemente, da Delegacia de Crimes Eletrônicos do DEIC e atualmente no DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania).

Em estilo interativo, Dr. Mariano fez excelente explanação sobre crimes cibernéticos propriamente ditos, demonstrando ser profundo conhecedor dos meios e métodos dessas práticas criminosas.

Procurou diferenciar e por fim definir o que é um crime eletrônico. A título de elucidação prática, disse: se eu pegar um notebook e com ele atingir o crânio de uma pessoa, terei cometido um crime eletrônico? Claro que não, respondeu. Então, o computador e seus periféricos são meros instrumentos; o crime se materializa pela ação maliciosa do operador.

Descreveu, com riqueza de detalhes, a ação de hakers e crackers, em especial nas transações com criptomoedas, como o bitcoin. Nessa linha, a ação de quadrilhas que acumulam fortunas, que se transformam em iates e carros de luxo. Deu exemplos de casos concretos, recentes...

Concluindo sua elucidativa palestra, Dr. Mariano teceu considerações práticas, utilíssimas no campo da prevenção dessa complexa modalidade criminosa. Recebeu aplausos e também o mimo a que fez jus.

Respondeu a alguns questionamentos.

Debate

Especialmente convidados e, em continuidade, debateram os dois representantes da Comissão de Valores Mobiliários, Drs. Paulo Eduardo Vilela Pacheco e Alexandre Romano, da Supervisão de Mercado da Comissão, que discorreram sobre a metodologia de fiscalização e controle do órgão. Revelaram aspectos de certo modo desconhecidos como parte das atribuições da CVM. Muito interessante.

Quarta Palestra

Às l6:30 horas, foi a vez do quarto e último palestrante, o Investigador de Polícia e Professor da Academia de Polícia Marcos Tupinambá M. A. Pereira , um dos pioneiros da implantação da Cibernética na Polícia Civil de São Paulo. Costuma-se dizer que o Professor Tupinambá (ou simplesmente “Tupi”, como é mais conhecido), cresceu junto com a Polícia na sua informatização. Tanto assim, que no concurso em que galgou a posição de Professor de Informática na Academia de Polícia, obteve a primeira colocação.

Durante sua exposição fez com que a platéia acompanhasse atentamente cada palavra pronunciada, fazendo com que cada inscrito se encorajasse a interagir.

Chamou a atenção daqueles que, inadvertidamente, facilitam a atuação dos hakers ou crakers que infernizam a vida de tantas pessoas físicas e jurídicas. Nessa linha citou vários exemplos, de grande valia para as atividades cotidianas.

Sua palestra agradou a todos, e o versátil Professor Tupi só parou de falar dado o adiantado da hora. Excelente comunicador.

Recebeu seu merecido singelo troféu.

Exposição da representante da Associação dos Jornalistas Investigativos do Estado de São Paulo, Sra. Cristina Zohar

Especialmente convidada, a Sra. Cristina falou do relevante trabalho desenvolvido pela entidade que representa, cujos integrantes têm por princípio o dever de informar, com correção e ética, os fatos com que se deparam.

Disse que sua associação não é subvencionada por quem quer que seja, muito menos por órgãos do poder público. Nisso reside a independência do jornalista investigativo.

A fala da Sra. Cristina ensejou que o Professor João Alexandre dos Santos, Presidente do Centro de Estudos de Ciências Sociais e Direitos Humanos – CESDH -- que também colaborou para a realização e êxito deste Seminário -- a questionasse acerca da distorção ética de parte da Imprensa, hoje também conhecida como “redes sociais”, que reiteradamente execra o policial que, no cumprimento do dever, as vezes se excede no uso progressivo da força, quando não lhe restava nenhuma outra alternativa.

Em resposta, a Sra. Cristina disse que lamentava mas tinha que dar razão ao interlocutor, eis que não são poucas as vezes que o jornalista noticia um fato sem antes se inteirar dos seus precedentes e minúcias. Essa prática não é aceita pela entidade que representa e nem por qualquer jornalista que dignifique a profissão. O Professor João Alexandre agradeceu pela resposta.

Às 18:30 horas, com pouco mais da metade dos inscritos presentes, a direção do evento, agradecendo o comparecimento e a atenção de cada um, passou a distribuir os Certificados previamente elaborados, lembrando que os não entregues poderão ser procurados na sede da IPA-SP, na Avenida Cásper Líbero, 538, Cj. 33, no bairro da Luz.

São Paulo, 3 de maio de 2019

Paulo Menezes                                           Jarim Lopes Roseira

Diretor da UNIPOL                                     Presidente da IPA-SP

 

Resolução SS-159 de 15/12/2005 : "Dispõe sobre o Gerenciamento de Pessoas Não Identificadas Civilmente nas Unidades de Saúde participantes, conveniadas e não conveniadas do SUS - Sistema Único de Saúde"

IPA Houses foram criadas em vários países para o benefício dos membros e suas famílias.
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Gimborn Castle, na Alemanha, é a bandeira da  Associação Internacional de Polícia.É o IPA's International Conference Centre em seminários, conferências e reuniões. "Gimborn Castel" é um lugar muito conhecido, onde os policiais de todas as categorias se encontram, para trocar experiências e aprender, um centro de estudos da IPA
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"SERVO PER AMIKECO" - "A SERVIÇO DO BEM, GUARDIÃES DA PAZ"

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Dicas de Segurança, matérias extraidas do site da Polícia Civil do Estado de São Paulo.
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Ouça um pouco a bela canção: O Bom Pastor
 
Com este título, o Professor Carlos Alberto Marchi de Queiroz trouxe a lume uma obra de grande valor, contendo uma visão histórica da instituição policial civil, desde a sua criação até os dias atuais, com reflexos na Polícia Judiciária Brasileira. Veja mais >>
Obra de autoria do Dr. José Guilherme Raymundo, Delegado de Polícia aposentado, sócio da IPA, ex-Inspetor da Guarda Civil do Estado de São Paulo, ex-Inspetor Chefe de Agrupamento da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo e ex-Comandante da Guarda Civil de Guarulhos.

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